ArchLens

System Design Inteligente

Veja como todas as peças se conectam. E aproxime a lente dos detalhes.

Arquitetura não é desenhar quadrinhos ligados por setas. No ArchLens, cada conexão diz o que passa por ela, em que direção, com que volume e quanto tempo leva. E o diagrama passa a provocar as perguntas que o desenho precisa responder.

Começar a desenhar
Amplique sua visão sobre o que passa de um componente por outro dentro da sua arquitetura e simule antes de começar.
Uma arquitetura eficiente tira proveito de todos os elementos do ecossistema. E é nos detalhes que ela ganha ou perde.

Uma seta não responde às perguntas difíceis

Na maioria das ferramentas, um banco é um retângulo com ícone e uma conexão é só uma linha. O desenho fica bonito e passa pela revisão, mas adia justamente as decisões que importam. E elas cobram o preço durante o desenvolvimento:

  • Qual recurso está sendo consultado? Ele já existe no fornecedor e está pronta para usar?
  • Essa chamada lê ou escreve? Em que direção o dado anda?
  • Precisa mesmo ser uma chamada síncrona?
  • Quantas requisições por segundo passam por aqui?
  • Quanto esse componente aguenta antes de saturar?
  • O que acontece com quem depende dele quando ele demora?
  • Qual o comportamento ou caminho alternativo quando algo falhar?
  • Se o tráfego triplicar, o que muda no sistema?

Veja funcionando

Neste exemplo temos uma simplificação de um bot do Discord usando n8n, IA, fila, cache, banco e pagamento por Pix. No dia a dia, o diagrama é limpo: componentes, conexões e os recursos que cada uma usa, prontos para apresentar e documentar.

Diagrama de um bot de Discord no ArchLens, sem animação e sem destaques, só com componentes, conexões e recursos
Para esboço e apresentação: uma visão simples e didática dos elementos do seu projeto.
Uma arquitetura sólida se mantém de pé sem depender de alguém apagando incêndios.

Quando quiser analisar, basta ligar a simulação de fluxo. Os pacotes passam a correr pelas trilhas na direção que o dado flui, com a velocidade da vazão, e os componentes sobrecarregados ou lentos entram em alerta.

Antecipe-se: Essa visão irá te permitir observar o comportamento dos seus hotpaths e planejar o tamanho de instâncias que suportem seu volume de tráfego planejado.

Ligue os pontos. De verdade.

Nem desenho solto, nem diagrama escrito em código. No ArchLens você monta visualmente um modelo da arquitetura, e os detalhes fazem parte dele: cada peça e cada ligação carregam o que é preciso para entender como elas se comunicam de fato.

As conexões não são só linhas com um rótulo. São contratos: descrevem o que um serviço oferece e o que o cliente precisa fornecer para usá-lo.

Recursos com contrato

Cada componente declara o que oferece: endpoints, tópicos, consultas. Com protocolo, método, se é leitura ou escrita e quanto tempo leva para responder.

POST /orderspublishlatência

Conexões que dizem o que passa por elas

Quem chama quem, quais recursos do fornecedor usa, com que vazão, se o fluxo é o básico ou o alternativo e se a comunicação vai e volta.

300 req/sfallbackbidirecional

Aprenda a linguagem da arquitetura enquanto desenha

Componente, estereótipo, design, tecnologia: são termos que geram dúvida justamente na hora de colocar em prática. No ArchLens, cada um aparece no momento em que você precisa decidir, com exemplos concretos. O conceito deixa de ser teoria e vira escolha.

Componente

O que a peça é na arquitetura: um serviço, um armazenamento, um broker, um job agendado, um ator. E quanto ela aguenta: a capacidade de cada instância, em requisições por segundo.

ServiceStorageMessageBrokercapacidade

Estereótipo

O papel específico do componente. Um armazenamento pode ser um banco, um cache ou um data lake; um serviço pode ser uma API ou uma aplicação web.

DatabaseCacheWebApiQueue

Design

O estilo interno do componente. Num serviço: Clean, Hexagonal, CQRS, MVC. Num banco: relacional, documento, chave-valor.

CleanCQRSHexagonRelational

Tecnologia

O produto concreto por trás da peça, num catálogo com mais de cem opções. Escolher a tecnologia já sugere o estereótipo e o ícone certos.

PostgresRedisRabbitMQKafka

As opções acompanham as suas escolhas: um banco só oferece designs de banco, um serviço só oferece designs de serviço. Cada decisão reforça o conceito, e o vocabulário fica.

A lente de aumento

Detalhes não são enfeite. Eles carregam as preocupações fundamentais da arquitetura: requisitos, restrições e eficiência.

Requisitos

O que o sistema precisa atender: o tráfego esperado em cada conexão e os recursos que cada cliente precisa consumir.

Restrições

Os limites dentro dos quais ele opera: a capacidade de cada componente e o tempo que cada recurso leva para responder.

Eficiência

Como ele usa o que tem: a carga que cada peça recebe frente ao que aguenta, e quem pressiona demais o seu fornecedor.

  • Tráfego em movimento

    Pacotes percorrem cada conexão na direção do dado, mais rápidos onde a vazão é maior.

  • Carga e capacidade

    Cada componente compara o que recebe com o que aguenta, e entra em alerta quando chega perto do limite.

  • Lentidão e impacto

    Um recurso lento deixa o componente crítico, e o impacto se espalha para quem depende dele.

  • E se o tráfego crescer?

    Multiplique o tráfego de todo o diagrama e veja como a carga se espalha, sem mudar o desenho.

Quanto custa a sua arquitetura

Informe quanto cada componente custa por mês e veja, no cabeçalho do editor, o custo da arquitetura inteira, somado enquanto você desenha.

Componente a componente

O custo mensal fica junto da peça que ele paga. Mudou o desenho, o total acompanha.

O porquê de cada valor

Ao lado do custo, registre o que o justifica: cloud, região, instância, réplicas, licenças. A conversa sai da planilha e vai para o diagrama.

Custo ao lado da carga

Com o custo junto do tráfego e da capacidade, fica fácil ver quais peças pesam no total e quais merecem uma segunda olhada.

R$ 12.340,00/mês8 de 12 componentes2× t3.medium

Disponível em todos os planos, inclusive no Free. Os valores são os que você informa: o ArchLens não consulta preços de cloud.

Onde o seu projeto fica

Para desenhar no ArchLens você entra com uma conta, e é ela que guarda o seu trabalho. No plano Free, o projeto fica na sua conta, na nuvem. No Pro, você escolhe, em cada projeto, entre a sua nuvem privada e um arquivo .archlens no seu computador.

Free: guardado na sua conta

Enquanto você desenha, o projeto é salvo automaticamente na nuvem, ligado ao seu login. Não há arquivo para baixar: o lugar dele é a sua conta.

Pro: na nuvem ou na sua máquina

Salve na sua conta e reabra de onde estiver, ou gere um arquivo .archlens que o ArchLens continua salvando sozinho a cada minuto.

Pro: leve para onde precisar

O arquivo é seu: dá para guardar junto do código, mandar para o time ou anexar na documentação.

Planos

Comece de graça e mude de plano quando o seu jeito de trabalhar pedir. Os planos se separam por quem usa e como colabora.

Free

Para experimentar

R$ 0

  • 3 projetos, guardados na sua conta
  • Custo da arquitetura
  • Prompt para IA
  • Imagem PNG com marca d'água
  • Abre projetos de outras pessoas em modo leitura, com simulação
  • Todos os ícones do catálogo
  • Compartilha por link somente leitura

Team Em breve

Para equipes que editam juntas

Por editorQuem só lê não paga.

  • Tudo do Pro
  • Nuvem compartilhada, grupos e permissões
  • Edição compartilhada on-line

Enterprise Em breve

Para empresas com exigências de contrato

Sob consulta

  • Tudo do Team
  • Login único (SSO)
  • Contrato e garantias sobre os dados

Compartilhar: quem recebe um projeto precisa de uma conta, no mínimo Free. No Free, projetos de outras pessoas abrem sempre em modo leitura: dá para ver e simular, nunca editar. No Pro e acima, quem recebe lê ou edita, conforme a permissão de quem compartilhou.

Desenhe menos caixas. Entenda mais o sistema.

Monte a sua arquitetura com os detalhes que importam e discuta o sistema a partir de como ele realmente se comunica.

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